
Eu
AutoconhecimentoAutoconhecimento e cuidado antes de agir: reconhecer emoções, limites e potencialidades para compreender o lugar interior de onde partem nossas escolhas.
Somos o Eu, Nós e Meio, a frente de saúde social da Quebrada de Ciclo, uma startup social.
Partimos de uma tese simples: a maior parte das mudanças que o mundo precisa não começa em uma política pública ou em uma nova tecnologia — começa dentro das pessoas, na forma como elas se relacionam consigo, com o outro e com o território onde vivem.
Mas nascem da mesma raiz: vínculos fracos.
Pessoas desconectadas de si mesmas cuidam pouco dos outros; comunidades sem confiança entre si têm dificuldade de agir juntas; e sem ação coletiva, nenhum problema estrutural se resolve.
A tecnologia transforma o mundo todos os dias. Para acompanhar essa mudança de forma saudável, precisamos desenvolver o que há de mais essencial em nós: consciência, vínculos e cuidado coletivo. A tecnologia pode conduzir o progresso, mas o futuro é humano. Por isso, trabalhamos a saúde social por meio da transformação interior e da confiança coletiva, fortalecendo pessoas e comunidades capazes de cuidar, decidir e agir juntas.
Antes de propor mudanças no mundo, precisamos nos transformar primeiro.
“O sucesso de uma intervenção depende da condição interior do interventor.”
Todo projeto do Eu, Nós e Meio atravessa três dimensões inseparáveis. Elas orientam a maneira como escutamos, criamos e agimos.

Autoconhecimento e cuidado antes de agir: reconhecer emoções, limites e potencialidades para compreender o lugar interior de onde partem nossas escolhas.

Escuta, verdade e pertencimento como base da confiança coletiva que permite às pessoas decidir, cooperar e agir juntas.

Transformar consciência e confiança em cuidado concreto com o território através de ação coletiva real.
Começa dentro de cada pessoa. Cresce entre as pessoas. Torna-se impacto quando chega ao mundo.
Em escolas públicas, aproximamos adolescentes de experiências de desenvolvimento humano.
Em comunidades e projetos sociais, fortalecemos vínculos, escuta e participação.
Em mutirões de limpeza e reflorestamento, transformamos cuidado ambiental em ação coletiva.
Com empresas, conectamos investimento social, voluntariado e ESG às necessidades reais dos territórios.
Cada experiência, encontro e ação é uma forma prática de tornar o desenvolvimento humano mais acessível.
Somos uma comunidade que se reúne em mutirões para praticar e ampliar a sensibilidade humana. Cada encontro é um convite concreto: cuidar, escutar e agir junto ao outro para tornar o mundo mais humano.
Mais do que apoiar uma causa, participar é se exercitar na humanidade: em cada mutirão, curso ou plantio, treinamos juntos a atenção ao outro, a empatia e a confiança coletiva — pequenas ações que, somadas, aumentam nossa capacidade de sentir e cuidar.
Apoie a participação de adolescentes de escolas públicas em experiências que fortalecem autoconhecimento, vínculos e capacidade de agir.
Contribua com mudas para ações de reflorestamento que recuperam territórios, aproximam comunidades e cultivam responsabilidade coletiva.
Apoie ferramentas e materiais para mutirões que transformam intenção em cuidado concreto com o território.
Levamos essa mesma metodologia para dentro das organizações através do Quebrada de Ciclo.
Não vendemos ação social pontual de ESG: cocriamos com a empresa programas de voluntariado corporativo e desenvolvimento humano que aplicam nosso método de transformação interior e confiança coletiva às equipes, conectando isso a ações reais em escolas públicas e projetos socioambientais.
O resultado é duplo: impacto social genuíno e mensurável no território, e times internos mais coesos, com mais confiança entre pessoas e mais propósito compartilhado — porque passaram pela mesma prática de campo que fortalece qualquer comunidade.
O mundo que queremos começa na forma como nos relacionamos
Conhecer a si. Construir confiança com o outro. Agir junto pelo território. O Eu, Nós e Meio existe para transformar esse discurso em prática — e cada mutirão, cada curso, cada árvore plantada é um exercício real de humanidade, feito em comunidade.
Tecnologia para desenvolver humanidade
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